Esta noite andei por ruas que já percorri,
voltei aos caminhos que há muito não fazia!
Sentindo o vento batendo em minha cara, o mesmo Minuano...
(que muito já soprou meus rumos)
Revi cenas que, ainda que esquecidas, já estavam gravadas nas minhas memórias.
(as quais eu tentava esquecer, de alguma forma)
A rua parecia interminável, o vento cortava a minha carne...
e as visões pareciam pesadelos!
As noites têm dessas coisas, temos que enfrentar...
Dores que temos que sentir...
(não temos escolhas algumas vezes)
Nem por isso o Sol deixará de brilhar!
Os pássaros já cantam, avisando que um novo dia está para começar!
(E eu continuo caminhando...)
Com os primeiros raios de luz...
Eu dobrei a esquina!
O caminho ainda é longo, nem vejo o fim dele, sei que estou longe do fim!
O dia ainda não nasceu, mas eu não deixarei de caminhar!
Passos rápidos, olhar no horizonte, obstinado...
Acompanhado por quem quiser seguir comigo... (se eu quiser que me acompanhem..)
Nada me parou até agora, não vou parar!
Seguirei!
Usarei estes pequenos textos como forma de expressão, pura e simples, livre! Não seguirei rotinas, não abordarei um único tema e espero mesmo que todos gostem! O Grito veio de uma vontade antiga de contar histórias e estórias, dar opiniões sobre temas atuais ou simplesmente escrever o que minha mente inquieta constantemente me passa! Boa leitura!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
O encontro!
Após um dia cheio de problemas, uma rotina tumultuada entre mil e um afazeres, o trabalho como sua fuga, uma passada rápida pelo hospital, uma chuva fina e gélida caia sobre a cidade do sul do país. Pablo ainda acreditava em coisas boas, sua postura religiosa era como agnóstico, e ainda que duvidasse da existência de um Deus, sabia que se ele existisse o mal também deveria existir, afinal como saberíamos o que é a luz, se dela não surgissem as sombras.
Ignorou a necessidade de abrigar-se da chuva e esgueirando-se pelas sombras pegou os rumos da zona sul. O frio era intenso, ainda que não fosse a época mais fria do ano, alguma coisa de estranha aquela noite escondia.
Sentiu que não teria necessidade de pegar um ônibus até em casa, estava ansioso, pensou que caminhar talvez pudesse o ajudar a pensar, como a chuva caía, se tivesse vontade de chorar a água esconderia suas lágrimas, naquele momento, isso trouxe-lhe algum conforto.
Caminhou por aproximadamente vinte minutos, não sentiu vontade de chorar, ainda que muitos pensamentos até fossem propícios para isso. As ruas, apesar de não ser tarde da noite, estavam vazias, algo realmente diferente do normal, para um dia qualquer da semana na capital dos pampas.
Passou em um posto de gasolina, comprou seu maço de cigarros, acendeu o primeiro enquanto passava pela bomba de gasolina, como se debochasse do perigo e da vida, riu dos dizeres em latim da famosa caixa vermelha, “Veni, Vidi, Vici” e seguiu pensando em poucas coisas enquanto aproveitava a fumaça que por conta do frio e da fina chuva, perecia ainda mais quente e aveludada que o normal.
Chegou, seu prédio no meio do caos, lembrava os subúrbios do Brooklyn, tal qual filmes americanos. Depois de caminhar por tantos minutos, achou prudente correr, como se aquilo fosse mudar seu estado, completamente molhado!
Subiu passo por passo os quatro lances de escada, as luzes do prédio, que sempre ascendiam com qualquer movimento, ignoraram sua passagem, subiu no escuro até chegar ao seu apartamento. Ao abrir a porta um susto...
O Apartamento era pequeno, Pablo havia limpado tudo antes de sair para o trabalho, tinha fechado todas as janelas, conferiu que tudo estava no seu devido lugar, mas ao abrir a porta, um cheiro horrível tomou conta de seu nariz, quase vomitando correu até as janelas para finalmente abrir e deixar um pouco do ar entrar pelos cômodos do apartamento. Viu-se varrido pelo vento, e uma pancada tão forte de chuva invadiu a janela, molhando os móveis da sala.
Foi até o quarto buscar uma camiseta qualquer para tentar secar o sofá, e nesse momento “O Encontro” começou!
Mesmo com a casa completamente fechada e totalmente limpa, sobre sua cama havia uma infestação de moscas. Pablo simplesmente não entendeu nada, não compreendeu o por que daquilo, mas eram muitas moscas, talvez mais de cem. Em uma atitude quase que desesperada ele pegou uma de suas roupas e abanou-as, tentando fazer com que aquela pequena nuvem de insetos se dissolvesse.
Em vão foram as tentativas, repetidas, exaustivas, desesperadas!
Foi quando subitamente a luz do apartamento se apagou, restando apenas aquele cheiro putrefato, a escuridão e as moscas!
Sentindo que algo não estava bem e receoso de toda aquela cena até então totalmente insólita, Pablo correu até a mesa da sala, na esperança de que com a luz de seu celular ele pudesse tentar espalhar as moscas que estavam no seu quarto e finalmente secar um pouco a sala e deitar, esperando que dormisse logo e que aquele longo dia chegasse ao fim.
Mas ao virar na direção do quarto, tendo como única iluminação a fraca luz de seu celular, seu pior medo se concretizou. O que antes eram apenas moscas, voando em uma pequena nuvem, tornou-se uma massa única, formada com os mesmos brilhos e coloridos esverdeados das moscas, que antes o perseguiam. E como se não bastasse estar enxergando aquilo que era inexplicável, a massa negra de coloridos brilhos, tais quais as asas das moscas varejeiras, vinha em sua direção, com as sombras como testemunha, percebeu que o cheiro asqueroso aumentava a medida que se aproximava o negro vulto.
Em uma reação óbvia, um grito! Que não passou da expressão de desespero de sua cara, já que nem mesmo um sussurro saíra de suas cordas vocais!
Sentia que “O Encontro” estava prestes a chegar em sua derradeira hora, naquela altura, suas pernas já estavam paralisadas e o fedor que exalava aquela estranha massa ocupava sua cabeça embriagando seus pensamentos, tirando qualquer discernimento que pudesse ter!
E assim, já sem forças e sem condições de raciocinar, a massa pustulenta formada como se de uma farinhas daquelas mais de cem moscas que lá estavam, o envolveu, como se engolisse-o, como se quisesse fazer de Pablo e de si, uma única coisa. O cheiro horrível e as moscas, Pablo sentia que desciam pelas suas narinas e boca, viu-se obrigado a respirar dentro daquela nuvem negra fétida e nessa hora, desesperado e com medo de morrer foi que ouviu:
“- Agora você é nosso! Agora, somos um só! Agora és nosso filho!”
Desmaiou...
Na manhã seguinte, acordou em sua cama, descansado, a casa estava de veras mais organizada que o normal. Da noite passada e do seu encontro não sobrou nada, o cheiro desapareceu por completo, a sala estava seca e nem sinal de algum dos insetos que o assombraram anteriormente.
Levantou-se descansado, revigorado, disposto e com a cabeça a mil, ignorou todos os problemas que o afligiam no dia passado, esqueceu-se por alguns segundos da rotina, do hospital, do dinheiro que não tinha e de qualquer outro problema que pudesse ter.
A noite não passara de um sonho, convenceu-se, mas foi ao olhar no espelho que percebeu que aquele encontro tinha sido real!
Assustador ou magnífico, estupefato estava Pablo diante do espelho, olhando-se, perdido ao admirar seus próprios olhos, tentando buscar explicações lógicas sem que quaisquer respostas viessem à sua cabeça.
Lá estavam, as moscas, a nuvem, aquela escuridão, as trevas e a frase a repetir em seus pensamentos.
“- Agora você é nosso! Agora, somos um só! Agora és nosso filho!”
Tudo ao perceber que o brilho verde das moscas e do estranho visitante, agora brilhavam no fundo de seus olhos! Inegável e incontestável!
Tornaram-se um só!
Ignorou a necessidade de abrigar-se da chuva e esgueirando-se pelas sombras pegou os rumos da zona sul. O frio era intenso, ainda que não fosse a época mais fria do ano, alguma coisa de estranha aquela noite escondia.
Sentiu que não teria necessidade de pegar um ônibus até em casa, estava ansioso, pensou que caminhar talvez pudesse o ajudar a pensar, como a chuva caía, se tivesse vontade de chorar a água esconderia suas lágrimas, naquele momento, isso trouxe-lhe algum conforto.
Caminhou por aproximadamente vinte minutos, não sentiu vontade de chorar, ainda que muitos pensamentos até fossem propícios para isso. As ruas, apesar de não ser tarde da noite, estavam vazias, algo realmente diferente do normal, para um dia qualquer da semana na capital dos pampas.
Passou em um posto de gasolina, comprou seu maço de cigarros, acendeu o primeiro enquanto passava pela bomba de gasolina, como se debochasse do perigo e da vida, riu dos dizeres em latim da famosa caixa vermelha, “Veni, Vidi, Vici” e seguiu pensando em poucas coisas enquanto aproveitava a fumaça que por conta do frio e da fina chuva, perecia ainda mais quente e aveludada que o normal.
Chegou, seu prédio no meio do caos, lembrava os subúrbios do Brooklyn, tal qual filmes americanos. Depois de caminhar por tantos minutos, achou prudente correr, como se aquilo fosse mudar seu estado, completamente molhado!
Subiu passo por passo os quatro lances de escada, as luzes do prédio, que sempre ascendiam com qualquer movimento, ignoraram sua passagem, subiu no escuro até chegar ao seu apartamento. Ao abrir a porta um susto...
O Apartamento era pequeno, Pablo havia limpado tudo antes de sair para o trabalho, tinha fechado todas as janelas, conferiu que tudo estava no seu devido lugar, mas ao abrir a porta, um cheiro horrível tomou conta de seu nariz, quase vomitando correu até as janelas para finalmente abrir e deixar um pouco do ar entrar pelos cômodos do apartamento. Viu-se varrido pelo vento, e uma pancada tão forte de chuva invadiu a janela, molhando os móveis da sala.
Foi até o quarto buscar uma camiseta qualquer para tentar secar o sofá, e nesse momento “O Encontro” começou!
Mesmo com a casa completamente fechada e totalmente limpa, sobre sua cama havia uma infestação de moscas. Pablo simplesmente não entendeu nada, não compreendeu o por que daquilo, mas eram muitas moscas, talvez mais de cem. Em uma atitude quase que desesperada ele pegou uma de suas roupas e abanou-as, tentando fazer com que aquela pequena nuvem de insetos se dissolvesse.
Em vão foram as tentativas, repetidas, exaustivas, desesperadas!
Foi quando subitamente a luz do apartamento se apagou, restando apenas aquele cheiro putrefato, a escuridão e as moscas!
Sentindo que algo não estava bem e receoso de toda aquela cena até então totalmente insólita, Pablo correu até a mesa da sala, na esperança de que com a luz de seu celular ele pudesse tentar espalhar as moscas que estavam no seu quarto e finalmente secar um pouco a sala e deitar, esperando que dormisse logo e que aquele longo dia chegasse ao fim.
Mas ao virar na direção do quarto, tendo como única iluminação a fraca luz de seu celular, seu pior medo se concretizou. O que antes eram apenas moscas, voando em uma pequena nuvem, tornou-se uma massa única, formada com os mesmos brilhos e coloridos esverdeados das moscas, que antes o perseguiam. E como se não bastasse estar enxergando aquilo que era inexplicável, a massa negra de coloridos brilhos, tais quais as asas das moscas varejeiras, vinha em sua direção, com as sombras como testemunha, percebeu que o cheiro asqueroso aumentava a medida que se aproximava o negro vulto.
Em uma reação óbvia, um grito! Que não passou da expressão de desespero de sua cara, já que nem mesmo um sussurro saíra de suas cordas vocais!
Sentia que “O Encontro” estava prestes a chegar em sua derradeira hora, naquela altura, suas pernas já estavam paralisadas e o fedor que exalava aquela estranha massa ocupava sua cabeça embriagando seus pensamentos, tirando qualquer discernimento que pudesse ter!
E assim, já sem forças e sem condições de raciocinar, a massa pustulenta formada como se de uma farinhas daquelas mais de cem moscas que lá estavam, o envolveu, como se engolisse-o, como se quisesse fazer de Pablo e de si, uma única coisa. O cheiro horrível e as moscas, Pablo sentia que desciam pelas suas narinas e boca, viu-se obrigado a respirar dentro daquela nuvem negra fétida e nessa hora, desesperado e com medo de morrer foi que ouviu:
“- Agora você é nosso! Agora, somos um só! Agora és nosso filho!”
Desmaiou...
Na manhã seguinte, acordou em sua cama, descansado, a casa estava de veras mais organizada que o normal. Da noite passada e do seu encontro não sobrou nada, o cheiro desapareceu por completo, a sala estava seca e nem sinal de algum dos insetos que o assombraram anteriormente.
Levantou-se descansado, revigorado, disposto e com a cabeça a mil, ignorou todos os problemas que o afligiam no dia passado, esqueceu-se por alguns segundos da rotina, do hospital, do dinheiro que não tinha e de qualquer outro problema que pudesse ter.
A noite não passara de um sonho, convenceu-se, mas foi ao olhar no espelho que percebeu que aquele encontro tinha sido real!
Assustador ou magnífico, estupefato estava Pablo diante do espelho, olhando-se, perdido ao admirar seus próprios olhos, tentando buscar explicações lógicas sem que quaisquer respostas viessem à sua cabeça.
Lá estavam, as moscas, a nuvem, aquela escuridão, as trevas e a frase a repetir em seus pensamentos.
“- Agora você é nosso! Agora, somos um só! Agora és nosso filho!”
Tudo ao perceber que o brilho verde das moscas e do estranho visitante, agora brilhavam no fundo de seus olhos! Inegável e incontestável!
Tornaram-se um só!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Sonhos
Nos teus braços encontrei a paz,
Nos teus Beijos vi nascer o fogo,
Nos teus olhos me vi sorrir,
E no teu corpo me perdi!
Nos teus carinhos sonhei,
Nos nossos sonhos construí planos!
E nos nossos planos viverei!
Mais um dia de Sol!
Nada mais importará, se juntos estivermos,
Aprenderemos um jeito nosso de levar a vida,
Uma maneira única de amar sem chorar!
Onde duas almas tão livres, podem uma só virar!
Assisti ao nascer do sol enquanto te olhava,
Velei seu sono com um sorriso que nem imaginava,
Te acordei com beijos, sussurros, suspiros...
Uma vida inteira? Talvez ainda será pouco.
Dois dias e meio de amor,
Direções que mudamos tão rápido,
Um sopro dos anjos que anuncio,
Um amor que surgiu!
Em tudo isso, ainda não sei como acreditar!
Mas não terei medo, o que resta é amar,
Amanhã outro dia, não mais me importa,
Que o mundo fique parado lá fora;
e que nossa lua de mel seja eterna!
Nos teus Beijos vi nascer o fogo,
Nos teus olhos me vi sorrir,
E no teu corpo me perdi!
Nos teus carinhos sonhei,
Nos nossos sonhos construí planos!
E nos nossos planos viverei!
Mais um dia de Sol!
Nada mais importará, se juntos estivermos,
Aprenderemos um jeito nosso de levar a vida,
Uma maneira única de amar sem chorar!
Onde duas almas tão livres, podem uma só virar!
Assisti ao nascer do sol enquanto te olhava,
Velei seu sono com um sorriso que nem imaginava,
Te acordei com beijos, sussurros, suspiros...
Uma vida inteira? Talvez ainda será pouco.
Dois dias e meio de amor,
Direções que mudamos tão rápido,
Um sopro dos anjos que anuncio,
Um amor que surgiu!
Em tudo isso, ainda não sei como acreditar!
Mas não terei medo, o que resta é amar,
Amanhã outro dia, não mais me importa,
Que o mundo fique parado lá fora;
e que nossa lua de mel seja eterna!
És Tu!
És tu que me fez viver!
Encontrei você e me perdi!
Já Depois de tanto tempo, outra vez sorrir?
Deve ser o início de uma nova era!
Como o anjo que esperava,
Em minha vida fez findar a espera,
Mudando a direção que estava,
Surpreendente é Amor!
Encontrei-me nos teus sorrisos,
Me perdi pelo teu corpo,
Seu cheiro é meio desatino, sou confesso!
Apaixonado, perdido e devasso!
Se pudesse, todo dia seria nosso!
Muitas noites em claro, assim seria,
Nada mais do mundo importaria,
Só você e eu, mais uma hora, outro dia!
Assim é que me sinto hoje, por você,
Completo, feliz, perdido e louco.
Assim é que me fez acreditar,
Que só os loucos, sem medo, sabem amar!
A roda da vida gira o tempo todo!
Os círculos suspensos, que nos unam!
Que se for amor, seja verdadeiro!
Assim já é, e enquanto tiver que ser será!
Encontrei você e me perdi!
Já Depois de tanto tempo, outra vez sorrir?
Deve ser o início de uma nova era!
Como o anjo que esperava,
Em minha vida fez findar a espera,
Mudando a direção que estava,
Surpreendente é Amor!
Encontrei-me nos teus sorrisos,
Me perdi pelo teu corpo,
Seu cheiro é meio desatino, sou confesso!
Apaixonado, perdido e devasso!
Se pudesse, todo dia seria nosso!
Muitas noites em claro, assim seria,
Nada mais do mundo importaria,
Só você e eu, mais uma hora, outro dia!
Assim é que me sinto hoje, por você,
Completo, feliz, perdido e louco.
Assim é que me fez acreditar,
Que só os loucos, sem medo, sabem amar!
A roda da vida gira o tempo todo!
Os círculos suspensos, que nos unam!
Que se for amor, seja verdadeiro!
Assim já é, e enquanto tiver que ser será!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
I Just Want You!
Essa vale muito!
No clima musical que estava... Uma letra fantástica que dedico ...
Um pouco de Ozzy Osbourne
I Just Want You!
There are no unlockable doors
There are no unwinnable wars
There are now unrightable wrongs or unsingable songs
There are no unbeatable odds
There are no believable Gods
There are no unnameable names,
Shall I say it again?
Yeah
There are no impossible dreams
There are no invisible seams
Each night when the day is through,
I don't ask much
I just want you
There are no uncriminal crimes
There are no unrhymable rhymes
There are no identical twins or forgivable sins
There are no incurable ills
There are no unkillable thrills
One thing and you know it's true,
I don't ask much
I just want you
I'm sick and tired of bein' sick and tired
I used to go to bed so high and wired
Yeah - yeah - yeah
I think I'll buy myself some plastic water
There are no unachievable goals
There are no unsaveable souls
No legitimate kings or queens,
Do you know what I mean?
Yeah
There are no indisputable truths
And there ain't no fountain of youth
Each night when the day is through
I don't ask much
I just want you!
I just want you!
I just want you!
No clima musical que estava... Uma letra fantástica que dedico ...
Um pouco de Ozzy Osbourne
I Just Want You!
There are no unlockable doors
There are no unwinnable wars
There are now unrightable wrongs or unsingable songs
There are no unbeatable odds
There are no believable Gods
There are no unnameable names,
Shall I say it again?
Yeah
There are no impossible dreams
There are no invisible seams
Each night when the day is through,
I don't ask much
I just want you
There are no uncriminal crimes
There are no unrhymable rhymes
There are no identical twins or forgivable sins
There are no incurable ills
There are no unkillable thrills
One thing and you know it's true,
I don't ask much
I just want you
I'm sick and tired of bein' sick and tired
I used to go to bed so high and wired
Yeah - yeah - yeah
I think I'll buy myself some plastic water
There are no unachievable goals
There are no unsaveable souls
No legitimate kings or queens,
Do you know what I mean?
Yeah
There are no indisputable truths
And there ain't no fountain of youth
Each night when the day is through
I don't ask much
I just want you!
I just want you!
I just want you!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Intrigante...
Nunca imaginei te ter,
Tão pouco, ousei querer,
Mas me despertaste um momento,
Fazendo da Paz quase um tormento,
Que nem mesmo sei explicar!
Sentimentos fraternos que perdi,
Arrebatou-me ao acaso para ti,
Demônio de formas tão perfeitas,
Sintonia única!
Entre o fogo dos teus olhos,
E a paz do teu sorriso!
Teu sorriso de anjo que era,
Um demônio com face singela,
Me perdi, tu ganhastes, eu confesso!
Atitude essa um reflexo,
De nós dois, nossos fogos, o inferno!
Anjo ou Demônio, o que era?
Já não mais me importa saber,
Pois tu como vieste, partiste.
Tornando tórrida noite em dia triste.
Que comigo hei de guardar!
Me pergunto, ó Demônio, onde errei?
Como um Anjo não te tratei?
Se fui o culpado não sei...
Me permita outra vez vou tentar!
Outro dia? Outra vida? Saberei!
Uma coisa deve saber!
Eu? Não sou Anjo, nem quero ser!
Sou demônio, ser errante, caído, que um dia,
A mim mesmo, jurei lutaria...
Não viver, nem morrer por amor.
Não contava com tal desatino,
Minhas juras foram em vão, eu garanto!
Sem remorso, tristeza ou pranto.
Mais um dia vivido em mim!
Se és Anjo e eu sou Demônio.
Caberia pra nós outro fim?
Cada qual carregado de sonhos.
Se és luz? Fostes treva pra mim!
Cada beijo uma alucinação?
Ó Céus! O que foram então?
Suspiros mais sinceros que palavras,
Abraços carregados de paixão,
Saudades do que nunca existiu?
Tão pouco, ousei querer,
Mas me despertaste um momento,
Fazendo da Paz quase um tormento,
Que nem mesmo sei explicar!
Sentimentos fraternos que perdi,
Arrebatou-me ao acaso para ti,
Demônio de formas tão perfeitas,
Sintonia única!
Entre o fogo dos teus olhos,
E a paz do teu sorriso!
Teu sorriso de anjo que era,
Um demônio com face singela,
Me perdi, tu ganhastes, eu confesso!
Atitude essa um reflexo,
De nós dois, nossos fogos, o inferno!
Anjo ou Demônio, o que era?
Já não mais me importa saber,
Pois tu como vieste, partiste.
Tornando tórrida noite em dia triste.
Que comigo hei de guardar!
Me pergunto, ó Demônio, onde errei?
Como um Anjo não te tratei?
Se fui o culpado não sei...
Me permita outra vez vou tentar!
Outro dia? Outra vida? Saberei!
Uma coisa deve saber!
Eu? Não sou Anjo, nem quero ser!
Sou demônio, ser errante, caído, que um dia,
A mim mesmo, jurei lutaria...
Não viver, nem morrer por amor.
Não contava com tal desatino,
Minhas juras foram em vão, eu garanto!
Sem remorso, tristeza ou pranto.
Mais um dia vivido em mim!
Se és Anjo e eu sou Demônio.
Caberia pra nós outro fim?
Cada qual carregado de sonhos.
Se és luz? Fostes treva pra mim!
Cada beijo uma alucinação?
Ó Céus! O que foram então?
Suspiros mais sinceros que palavras,
Abraços carregados de paixão,
Saudades do que nunca existiu?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Um Pouco de Borges
Amigos, amigas, leitores, como sabem, é muito raro eu postar algo que não seja de minha autoria, mas hoje acordei nessas quase 04hs da manhã com vontade de postar dois textos que são de um autor argentino, ao meu ver um dos maiores escritores que já existiu!
Preferi postar os poemas em espanhol mesmo, sinto mais emoção quando os leio na língua de origem!
Espero que gostem tanto quanto eu!!
Preferi postar os poemas em espanhol mesmo, sinto mais emoção quando os leio na língua de origem!
Espero que gostem tanto quanto eu!!
Instantes (Jorge Luis Borges)
Si pudiera vivir nuevamente mi vida,
en la próxima trataría de cometer más errores.
No intentaría ser tan perfecto, me relajaría más.
Sería más tonto de lo que he sido,
de hecho tomaría muy pocas cosas con seriedad.
Sería menos higiénico.
Correría más riesgos,
haría más viajes,
contemplaría más atardeceres,
subiría más montañas, nadaría más ríos.
Iría a más lugares adonde nunca he ido,
comería más helados y menos habas,
tendría más problemas reales y menos imaginarios.
Yo fui una de esas personas que vivió sensata
y prolíficamente cada minuto de su vida;
claro que tuve momentos de alegría.
Pero si pudiera volver atrás trataría
de tener solamente buenos momentos.
Por si no lo saben, de eso está hecha la vida,
sólo de momentos; no te pierdas el ahora.
Yo era uno de esos que nunca
iban a ninguna parte sin un termómetro,
una bolsa de agua caliente,
un paraguas y un paracaídas;
si pudiera volver a vivir, viajaría más liviano.
Si pudiera volver a vivir
comenzaría a andar descalzo a principios
de la primavera
y seguiría descalzo hasta concluir el otoño.
Daría más vueltas en calesita,
contemplaría más amaneceres,
y jugaría con más niños,
si tuviera otra vez vida por delante.
Pero ya ven, tengo 85 años...
y sé que me estoy muriendo.
en la próxima trataría de cometer más errores.
No intentaría ser tan perfecto, me relajaría más.
Sería más tonto de lo que he sido,
de hecho tomaría muy pocas cosas con seriedad.
Sería menos higiénico.
Correría más riesgos,
haría más viajes,
contemplaría más atardeceres,
subiría más montañas, nadaría más ríos.
Iría a más lugares adonde nunca he ido,
comería más helados y menos habas,
tendría más problemas reales y menos imaginarios.
Yo fui una de esas personas que vivió sensata
y prolíficamente cada minuto de su vida;
claro que tuve momentos de alegría.
Pero si pudiera volver atrás trataría
de tener solamente buenos momentos.
Por si no lo saben, de eso está hecha la vida,
sólo de momentos; no te pierdas el ahora.
Yo era uno de esos que nunca
iban a ninguna parte sin un termómetro,
una bolsa de agua caliente,
un paraguas y un paracaídas;
si pudiera volver a vivir, viajaría más liviano.
Si pudiera volver a vivir
comenzaría a andar descalzo a principios
de la primavera
y seguiría descalzo hasta concluir el otoño.
Daría más vueltas en calesita,
contemplaría más amaneceres,
y jugaría con más niños,
si tuviera otra vez vida por delante.
Pero ya ven, tengo 85 años...
y sé que me estoy muriendo.
Antelación del amor (Jorge Luis Borges)
Ni la intimidad de tu frente clara como una fiesta
ni la privanza de tu cuerpo, aún misterioso y tácito y de niña,
ni la sucesión de tu vida situándose en palabras o acallamiento
serán favor tan persuasivo de ideas
como el mirar tu sueño implicado
en la vigilia de mis ávidos brazos.
Virgen milagrosamente otra vez por la virtud absolutoria del sueño,
quieta y resplandeciente como una dicha en la selección del recuerdo,
me darás esa orilla de tu vida que tú misma no tienes,
Arrojado a la quietud
divisaré esa playa última de tu ser
y te veré por vez primera quizás como Dios ha de verte,
desbaratada la ficción del Tiempo
sin el amor, sin mí.
ni la privanza de tu cuerpo, aún misterioso y tácito y de niña,
ni la sucesión de tu vida situándose en palabras o acallamiento
serán favor tan persuasivo de ideas
como el mirar tu sueño implicado
en la vigilia de mis ávidos brazos.
Virgen milagrosamente otra vez por la virtud absolutoria del sueño,
quieta y resplandeciente como una dicha en la selección del recuerdo,
me darás esa orilla de tu vida que tú misma no tienes,
Arrojado a la quietud
divisaré esa playa última de tu ser
y te veré por vez primera quizás como Dios ha de verte,
desbaratada la ficción del Tiempo
sin el amor, sin mí.
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